Guilherme Vilhena Martins (Lisboa, 1996; vive em Berlim) é escritor e curador. É mestre em Filosofia pela Freie Universität Berlin e licenciado pela Universidade Nova de Lisboa. O seu trabalho literário inclui três livros — Háptica (douda correria, 2020), Voz/ Estudo de Som (edição de autor, 2022) e Riviera (Bestiário, 2025) — bem como Alcazar, um projeto literário coletivo no qual participou como escritor e editor. Escreveu ainda ensaios, crónicas e críticas de exposições em português e inglês, publicados em plataformas como Umbigo, Contemporary And e Frieze, entre outras, além de diversas folhas de sala de exposição. Curou várias exposições em Portugal e na Alemanha e foi um dos fundadores da EGEU, uma associação cultural em Lisboa, ativa entre 2019 a 2023. Desde janeiro de 2025 é gallery manager na Klemm’s, Berlim. Tanto a nível literário como curatorial, Vilhena Martins utiliza a prática artística como ferramenta crítica e forma de discussão, com foco nas tensões entre poder e desejo, em particular na sua dimensão arquitetónica. Recentemente, tem desenvolvido trabalho em torno do fenómeno do turismo.